Oi,
parece que conhecemos as pessoas sempre aos poucos. E essa impressão é ainda mais forte quando somos apresentados a alguém novo.
Podemos conhecer melhor as pessoas por um motivo básico: partilhamos inúmeras semelhanças!
Temos em comum a capacidade de comunicações, de ter desejos, de sorrir, de sermos saudáveis e de não sermos, de sermos felizes e de não sermos. E mais que tudo, compartilhamos algo que é comum a todos.
Vivemos sob o mesmo céu, no mesmo planeta, respiramos o mesmo ar e temos a luz do mesmo sol. Isso nos faz muito parecidos, porque temos em comum este entorno, a Terra.
Estive entalhando meu cotidiano nessas últimas semanas. Na verdade, faço isso há uns 7 anos, e nos últimos 3 de um jeito ainda mais intenso. Entalhar-me nos espaços e nos dias, todos os dias.
Depois de um período de parada, semana retrasada voltei a trabalhar com mais intensidade. Viajei um pouco, fiz um retiro, ajudei no projeto arquitetônico de uma casa ecológica para um amigo, continuei nas revisões da minha dissertação, plantei algumas árvores, entrei em um projeto de pesquisa interdisciplinar sobre a eficiência e os resultados da implantação de telhados vivos em construções (trazem soluções para muitas coisas!), continuei minha preparação para o doutorado, conversei com uma amiga sobre comunicação colaborativa on-line para a editora abril, em um portal que está para ser lançado sobre vida sustentável, onde ela trabalha, e mais outras. Um cotidiano bastante diversificado.
Nesse trabalho de 'entalhar o cotidiano', a cada dia percebo novos volumes e formas, novas possibilidades de como eu devo ser no mundo: mais feliz, é claro. Um trabalho artesanal, cuidadoso, que envolve reflexão, e de vez em quando, descanso. Tudo isso procurando por um caminho que aumente as possibilidades para mim e para os outros, respeitando o nosso entorno comum, o mesmo mundo.
Parece que a charada do mundo é aproveitar bem os tempos e os espaços, e os outros fazerem o mesmo junto com a gente
sexta-feira, 9 de março de 2007
Apresentação
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